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Descubra como a busca agêntica e o Modo IA estão mudando o Trade Marketing. Aprenda como não deixar seus produtos invisíveis na Era da Inteligência Artificial.
Quando você pensa na sua rotina de Trade Marketing, a primeira imagem que vem à cabeça ainda é o ponto de venda (PDV) físico? A disputa por um espaço na ponta de gôndola, a montagem de uma ilha promocional incrível e o alinhamento dos promotores?
Tudo isso continua super importante. Mas existe uma mudança rápida acontecendo na forma como as pessoas compram que pode deixar sua marca completamente invisível: a transição do modelo antigo de “buscar no Google” para as buscas por Inteligência Artificial.
A pergunta que todo time de Trade precisa se fazer hoje é direta: se uma IA buscasse pelo seu produto no varejo local agora, ela conseguiria encontrá-lo?
No Brasil, 72% das visitas às lojas físicas são influenciadas pelo digital, e 89% das vendas no varejo ainda acontecem no ponto de venda físico. Ao mesmo tempo, o comportamento do consumidor mudou drasticamente: 82% dos brasileiros usam ferramentas de IA na sua rotina e 57% das jornadas de compra já contam com a presença de inteligência artificial. Além disso, 40% das buscas no país hoje têm 5 ou mais palavras, pois as pessoas passaram a utilizar linguagem natural e a exigir um nível de precisão muito maior.
Esse novo perfil de consumidor usa a IA como uma inteligência pessoal capaz de cruzar especificações técnicas, estoques e avaliações. O processo evoluiu do modelo tradicional de busca para a conveniência da resposta pronta:
No modelo tradicional, o consumidor entrava no Google e digitava algo simples, como: “loja de tintas perto de mim”. O buscador devolvia uma lista cheia de links. O cliente clicava em alguns, navegava e ia até a loja física torcendo para encontrar o produto.
Hoje, com os assistentes de IA (como Gemini, ChatGPT e buscas por voz), a conversa mudou. O consumidor não quer mais pesquisar; ele quer uma resposta pronta e pede:
“Ache uma loja perto de mim que tenha a tinta X na cor Azul Glacial em estoque e que esteja aberta agora.”
Na Era B2A (Business-to-Algorithm), as decisões de compra dependem da validação de algoritmos que atuam como “juízes” entre a promessa da marca e as avaliações do público. Para dar uma resposta exata ao cliente, a IA precisa ler dados em tempo real sobre três coisas:
Nesse cenário, 56% dos brasileiros confiam em recomendações de chatbots tanto quanto em pessoas. Portanto, a digitalização dos PDVs e a presença dos dados na rede passam a ser prioridades vitais para o Trade Marketing. Se a marca ou o varejo independente não tiverem dados estruturados e legíveis para os algoritmos, como cadastro ativo e estoque atualizado, a IA interpretará isso como ambiguidade informacional. Para a Inteligência Artificial, aquela loja e o seu produto simplesmente não existem.”
Se você é profissional de Trade, sempre soube que sua missão é cuidar da experiência do consumidor, do destaque e da visibilidade do produto na prateleira. A questão é que, hoje, a jornada do cliente até essa prateleira passa primeiro pelo filtro de uma Inteligência Artificial.
Se o cliente só vai até a loja porque um assistente virtual disse que o produto está lá, a vitrine digital do seu varejista passou a ser sua responsabilidade também.
Ajudar o pequeno e médio varejista a existir no mundo digital não é mais um “favor” ou uma tarefa isolada que você empurra para o Marketing Digital. É uma ação de Trade Co-Op vital para garantir o seu sell-out.
Pense comigo: quando a sua equipe assume o protagonismo de:
Você não está apenas ajudando o seu cliente a vender mais hoje. Você está construindo a ponte que garante que a sua marca seja a única recomendada pela IA amanhã.

No Modo IA, a vitrine digital do varejista passa a ser responsabilidade direta do Trade Marketing. Digitalizar o pequeno e médio varejo parceiro (Trade Co-Op) tornou-se uma estratégia indispensável de sell-out.
O varejo de vizinhança e os médios distribuidores não possuem tempo, equipe técnica ou recursos para cadastrar produtos, otimizar perfis no Google ou conectar sistemas de estoque ao ambiente digital. O foco desses parceiros está 100% na operação diária.
A indústria que assume o protagonismo de digitalizar essa rede de distribuição garante vantagens competitivas claras:
A vitrine do futuro não é feita apenas de vidro e iluminação no PDV: ela é feita de dados que a IA consegue ler.
Digitalizar estoques e organizar a presença local da sua marca não precisa ser um bicho de sete cabeças. A Gofind é a parceira estratégica que ajuda indústrias e marcas a se preparem para essa nova era de forma simples e automatizada:
Organizar a vitrine física da sua loja já faz parte da sua rotina, certo? Agora, é fundamental organizar também a sua vitrine digital.
O consumidor já é omnichannel e as buscas no Modo IA do Google já estão indicando diretamente as lojas que têm o produto desejado disponível. O detalhe é simples: o Modo IA não enxerga a sua prateleira física, ele olha apenas a sua prateleira digital.
Se o seu catálogo não estiver visível e atualizado na web, o seu produto não será o recomendado para o cliente no momento da compra.
Quais ações você já está fazendo para garantir que o seu produto seja a principal indicação do Modo IA para o consumidor? Isso deveria estar na sua estratégia de execução Loja perfeita (loja ideal)!
Fale com os especialistas da Gofind e descubra como digitalizar sua rede de distribuição de forma prática e vender muito mais no ponto de venda.
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